Divertida Mente abre o mês de atividades no Espaço Viveka

Divertidamente para blog

Na tarde do próximo sábado, dia 2 de abril às 14h30, a equipe do Espaço Viveka reservou a sala Anita para uma atividade pra lá de divertida, ou melhor, uma Oficina intitulada Divertidamente, voltada a pré-adolescentes devidamente acompanhados pelos pais.

Provavelmente, você leitor já associou o tema da oficina com o filme “Divertida Mente”, pois bem, acertou em cheio. É com base nele que o trio das mediadoras, Adriana M. Freire, Cynthia M. Magalhães e Renata M. C. Ribeiro, propõem na dinâmica um bate-papo sobre como lidamos com as emoções a partir de cenas do filme.

O longa-metragem, segundo as mediadoras, conta a história de Riley, uma menina de onze anos que passa por dificuldades próprias de sua idade, agravadas pelo fato de se mudar para uma nova cidade. Dentro de sua mente as cinco emoções: Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho comandam o seu comportamento, suas reações e memórias, a partir do Centro de Comando da Mente.

A pré-adolescência é uma fase marcada por mudanças, que ocorrem a partir da forma de pensar, de se relacionar, pois uma nova identidade começa a ser formada. Nesta oficina faremos uma dinâmica sobre o filme para refletirmos sobre nossas personalidades, pensarmos sobre os nossos sentimentos e sobre as nossas relações, pois como dizia Renato Russo: “você me diz que seus pais não te entendem, mas você não entende seus pais”. Vamos juntos abordar essas questões?

Para participar do Divertida Mente basta fazer as inscrições pelo telefone (11) 2295-7961, com a Priscila – de segunda a sexta, das 14h às 21h, ou diretamente na secretaria do Espaço Viveka – Rua Professora Sebastiana Silva Minhoto, 375 – Metrô Carrão.

 Sobre as mediadoras

Adriana Magalhães Freire – pedagoga, pós-graduada em Educação Infantil e em Estudos de Filosofia Para Crianças. Atua em escolas públicas e particulares de São Paulo. Preocupa-se em atuar como facilitadora e mediadora de informações e conhecimentos nos processos de aprendizagem.

Cynthia Mazzoni Magalhães – psicóloga e psicopedagoga com estudos nas áreas de Pedagogia, Filosofia para Crianças, Deficiência Intelectual, Autismo Infantil e o Lúdico na Educação. Atua em consultório particular e Instituição de Inclusão Social para Pessoas com Deficiência. Atuou como professora do Curso Latu Senso de Psicopedagogia da UNICSUL. Também desenvolveu atividades e eventos na Vivekinha.

Renata Magalhães Caparroz Ribeiro – graduada em Administração e graduanda de Psicologia com estudos em Adolescência, Importância do Brincar após a Infância e Estudo de gerações. Atua em escolas particulares. Dedica-se também à Orientação Profissional e de Carreira.

 

Palestra e atividade cultural marcam o encerramento das atividades do mês no Espaço Viveka.

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*Foto de capa: Nubia Conceição Lisboa Fernandes

Nos dias 19 e 20 de março, grupos especiais de convidados e interessados em geral participaram das últimas atividades realizadas neste mês pela equipe do Espaço Viveka.

 

A primeira delas aconteceu no sábado (19), com a palestra Mulher: aspectos da sua intimidade sexual, com a mediação da psicóloga, pós-graduada em sexualidade, Maria Amélia S. Augusto, que tratou da sexualidade e suas ligações com a conjugalidade a partir do período neolítico com o surgimento da propriedade privada.

 

Amélia iniciou o encontro falando sobre a identidade de gênero e explanou sobre o tema, desde a época da pré-história até a atualidade, a do “Poliamor”. Ela também pontuou diferenças da sexualidade com foco na cultura Ocidental, relacionando desejo e erotismo entre homens e mulheres. Lembrou ainda que, ao longo dos séculos, a educação sexual das mulheres sofreu diversas mudanças, que obedeciam a padrões (por vezes rigorosos) de cada época. Segundo ela, o tema sexualidade ainda é recorrente em algumas discussões e não apenas para estudiosos interessados no assunto.

 

Casamento, masturbação, homossexualidade, paqueras, desejos, e proibições foram outros temas apresentados pela especialista que, no final do debate respondeu algumas perguntas sobre temas relacionados à apresentação.

 

No final da atividade, foi realizado um sorteio de massagem oferecido pelo fisioterapeuta Fabrício M. Magalhães. A ganhadora foi a psicóloga Margareth Scaramucci, que após a massagem disse: “sinto alívio e bem-estar!”

 

Viveka no CCBB

 

No domingo (20), foi a vez de alguns profissionais do Espaço Viveka irem ao Museu, na companhia de um grupo de amigos e pessoas apaixonadas por arte. O lugar escolhido foi o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). Motivo: conhecer a obra e o pensamento do artista holandês Piet Mondrian (1872-1944), criador do Neoplasticismo e, juntamente com o amigo Theo van Doesburg, da revista De Stijl (O Estilo), que agregou também outros artistas, arquitetos, fotógrafos e designers. As experimentações abstratas desses artistas desenvolveram-se em vários campos de ação, com o propósito de quebrar fronteiras e penetrar na vida da gente, contribuindo inclusive com várias peças de mobiliário, algumas delas presentes na exposição.

Mondrian iniciou-se com pinturas figurativas e caminhou para um estilo abstrato. Sua influência esteve ligada a pintores pós-impressionistas como Vicent van Gogh, Georges Seurat, Paul Cézanne, Jan Toorop, dentre outros, com um marcante desenvolvimento fundado no cubismo de Picasso e Braque.

 

As arte-educadoras Léia M. Freire e Zilpa Magalhães, mediadoras da atividade, levaram-nos a relacionar as obras do artista com o contexto artístico-cultural do período modernista, lembrando que “as tendências abstratas das artes plásticas ocorreram simultaneamente ao afastamento do metro e da rima na poesia, assim como do colapso da harmonia e da tonalidade clássicas na música”, diz Zilpa. Segundo ela, “essa renovação formal trazia até mesmo implicações de ideologia política, em que se buscava um espírito coletivista do mundo moderno e o consequente favorecimento da produção industrial”. “Daí a procura de uma nova forma de expressão plástica (em que o Neoplasticismo é uma vertente), liberta de sugestões representativas e composta a partir de elementos mínimos como as linhas retas e as cores primárias: azul, vermelho e amarelo, além do preto, branco e cinzas”, completa a educadora.

 

Quem participou da exposição, não conheceu apenas as obras, mas teve acesso a vídeos e documentários, a publicações e fotografias da época, além de mobiliários, já referidos acima.

 

A arquiteta Patrícia Mara Sanches disse que adorou o passeio e elogiou a organização por parte da equipe do Espaço Viveka. O bacana da exposição, segundo ela, é ver a expressão do modernismo em todas as instâncias, desde a arquitetura, o design, a fotografia e a própria pintura. “Percebemos o momento em que elas interagem e isso é o ponto chave da exposição. Achei bastante didática a mostra, com os painéis e, principalmente, essa mistura da arquitetura, da pintura em todos os níveis, até mesmo no layout da exposição”, conclui.

 

E o passeio terminou com um bate papo animado entre os participantes, na glamorosa cafeteria do CCBB.

Fotos: Milton Soares de Morais

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Fotos: arquivo do Espaço Viveka.

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Espaço Viveka realiza dia de atividades voltado para crianças e adultos

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As duas atividades realizadas no último sábado (12) no Espaço Viveka, despertou em primeiro lugar para as crianças, novas descobertas através da divertida brincadeira com bolhas de sabão. Reflexões pela busca de autoconhecimento também foram debatidas com o público adulto que, no período da tarde, participou da Sessão Pipoka.

 

Tudo começou logo pela manhã com a turminha da Vivekinha divertindo-se com um inusitado encontro pra lá de “colorido” no meio de bolhas de sabão que, por fim, assumiu diferentes formas de desenhos em folhas de sulfite. Foi pura arte e diversão.

 

A educadora Priscila Okino, responsável pela oficina: “Bolha de Arte, pintura com bolha de sabão e outras experimentações”, escreve como se deu todo o processo da atividade, que contou com o espírito investigador de cada criança, seguido de muitas descobertas. De início as crianças construíram seu próprio equipamento de produção de bolhas. Aproveitando materiais como as argolinhas da tampinha de garrafas pet e canudinhos de achocolatados, montaram o soprador de bolhas. Depois, com a mistura de detergente e água, eis que surgiram muitas bolhas! Então as crianças desenvolveram magníficas sutilezas nesta complexa arte de soprar: desde controlar velocidades de sopro, definir distâncias e posições do soprador, aumentar a quantidade de produção das bolhas e tamanhos, como soltar a bolha do soprador e como resgatar novamente a bolha que tinha escapado, e por aí foi.

 

Priscila explica que no segundo experimento com tintas, as bolhas não ficaram tão grandes. “Algo na composição da tinta atrapalhou um pouco nossos planos iniciais. Era um guache cintilante. Mas logo apareceu uma ideia para salvar a atividade: fazer uma chuva colorida com gotinhas capturadas com os canudinhos. Técnica inventada por uma das participantes e adotada pelas outras”.

 

Depois do experimento com pintura, foi a vez de descobrir como fazer esculturas com sabão. Com uma garrafinha de iogurte sem fundo, um pedaço de tecido e um elástico, elas fizeram um soprador espumante. O que saia dele, conta Priscila, era tão legal que foi difícil alguém querer ir embora. “Caso resolvido com uma boa orientação sobre onde e como continuar a brincadeira: “em casa”! E assim fomos embora com bolhas pulsando na nossa imaginação”, finalizou Priscila Okino.

 

A nossa arte educadora Zilpa Magalhães, que também acompanhou a oficina, fez o seguinte comentário: “Que maravilha a gente poder compartilhar com as crianças a magia das bolhas de sabão – investigar sopros de tempo, movimentos de luz e cor, tão efêmeros… Poesia que as crianças souberam capturar e seguir inventando, em busca de novas possibilidades. Mas vejam só a ideia de uma garotinha, que além querer continuar a brincadeira em casa, disse que construiria os modos de fazer em seu próprio tablet, para poder compartilhar com os amigos! Isso me fez pensar o quanto as crianças estão abertas para juntar (e não separar) mundos aparentemente tão distantes. Vamos aprender com elas!”

 

Após essas saudáveis brincadeiras, a equipe do Espaço Viveka reservou a sala Anita para viver outro momento e exibir o filme “Comer, Rezar, Amar”. Com a mediação da psicóloga e terapeuta floral Cláudia Gonçalez Gomez, vieram a tona algumas reflexões dos participantes, enquanto destrinchavam várias das questões dramáticas vividas pela personagem principal, Lis Gilbert (no papel de Júlia Roberts). Ela que vive uma crise existencial e se refugia por quase um ano, viajando para a Itália, Índia e Indonésia (Bali).

 

Depois da exibição do filme, a psicóloga propôs alguns minutos de alongamento corporal. Já na roda de conversa, algumas participantes logo se identificaram com a trama do filme, que proporcionou a elas bons insights e reflexões com diferentes pontos de vista. Algumas relataram suas experiências afetivas, por vezes dolorosas e angustiantes, enquanto outras também apresentaram criticas quanto à temática do filme, sublinhando o sucesso de bilheteria americano, que quer nos vender a fantasia do “final feliz”.

 

De modo geral, as pessoas parecem ter se identificado com passagens do filme, especialmente ao reconhecerem que, em algum momento da vida, temos de nos superar em função de nossas escolhas. Conflitos são necessários, mas o ideal, é que nos desvinculemos de certas fantasias que criamos com base naquilo que nos vendem, através dos mais diversos meios. E no caso da personagem Lis, o drama vivido se inicia justamente na crise de seus relacionamentos fracassados. Esses conflitos, na maioria das vezes surgem em função da falsa fantasia do casamento perfeito, assim como do medo de enfrentar a solidão após o fim de um relacionamento.

 

Ao finalizar o debate, a psicóloga Claudia distribuiu aos presentes uma folha com os dizeres de dois mantras, sendo no primeiro o exercício do: “Honro a divindade que habita em mim”. E no segundo, uma das frases que a própria, Lis Gílbert utilizou como sendo o seu mantra, “Eu te amo, eu nunca vou te deixar, eu vou sempre cuidar de você”.

 

A atividade se encerrou com o sorteio de uma massagem oferecida pela nossa terapeuta corporal, Letícia Larcher Longo, que também participou desse encontro.

 

Fiquem atentos ao próximo convite da equipe do Espaço Viveka, a ser realizado no dia 19 de março (próximo sábado) com a palestra: “Mulher: aspectos da sua intimidade sexual”, com a palestrante Maria Amélia S. Augusto (no horário das 14h30). Esperamos por você!

 

As inscrições para participar desse encontro devem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h na secretaria do Espaço Viveka – Rua Professora Sebastiana Silva Minhoto, 375 – próxima ao metrô Carrão. Outras informações podem ser obtidas através do telefone: (11) 2295-7961.

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Sábado divertido com bolhas e pipoca no Espaço Viveka

Sessão Pipoca-final

Já pensou no que vai fazer no próximo final de semana? Se ainda não, eis aqui duas atividades que a equipe do Espaço Viveka preparou para alegrar, não só a criançada, mas também o público adulto, que terá a oportunidade de compartilhar questionamentos sobre as escolhas da vida através do filme: “Comer Rezar Amar”. As atividades serão realizadas neste próximo sábado (12) aqui no Espaço Viveka.

A primeira delas será das 9h às 12h, destinada à galerinha da Vivekinha, que já tem a diversão garantida com a oficina intitulada “BOLHA DE ARTE”: Pintura com Bolha de Sabão e Outras experimentações Espumantes, que conta com a mediação da educadora Priscila Fumiko de Carvalho Okino, que possui licenciatura em artes plásticas pela Universidade de São Paulo.

Priscila esclarece que um dos objetivos da brincadeira com bolhas de sabão é propiciar a inclusão cultural, por meio da junção entre a arte e o brincar. As bolhas são formas que parecem mágicas e encantam o olhar de qualquer criança. Esculturas efêmeras, que flutuam no ar e podem assumir diferentes tamanhos. Até sua forma, em geral redonda, pode dançar com o movimento do ar.

A mediadora da atividade aguça ainda mais a curiosidade da criançada ao perguntar: “Você já brincou com bolhas de sabão? Já se encantou com essas bolas flutuantes, que apesar de durarem pouco tempo parecem feitas de pura mágica? Se você gosta de brincar, provavelmente sua resposta vai ser sim. Agora vamos juntar um pouco de maluquice nesta ideia: e se fosse possível pintar usando bolhas de sabão? Que desenhos serão possíveis dentro desta brincadeira? Quer ajudar a descobrir respostas para estas perguntas? Venha participar da próxima oficina da Vivekinha”, convida Priscila, que também faz parte do grupo Muriquinhos reunindo pessoas interessadas em transformar o mundo, ou pelo menos a maneira como as pessoas veem e se relacionam com ele, através do ato de brincar.

 

No período da tarde (às 14h30), a outra atividade na Sala Anita terá a apresentação da Sessão Pipoka com comentários da nossa psicóloga Cláudia Gonçalez Gomez, pós-graduada em psicologia clínica. O filme em debate será “Comer, Rezar e Amar”, com direção de Ryan Murphy: escritor, jornalista, produtor de cinema e de televisão americano.

O filme conta com a participação especial da atriz Júlia Roberts, que interpreta o papel de Lis Gilbert, jornalista americana que segue um ritmo de vida entre a casa, o marido e os filhos, quando descobre que sempre teve relacionamentos problemáticos. Após esse questionamento, ela entra em conflito e vive uma crise, que a leva a perder o sentido em seus relacionamentos. E por um dia ela larga tudo e decide viajar para a Índia, Itália e Bali, em busca de autoconhecimento. O filme é baseado em fatos reais e inspirado no livro de grande sucesso da própria Elizabeth Gilbert. Foi escolhido pelo New York Times como um dos cem melhores livros de 2006.

A ideia da apresentação dessa primeira Sessão Pipoka de 2016 no Espaço Viveka, segundo a psicóloga Cláudia, é discutir com os presentes o que cada um de nós fez para superar momentos de grandes mudanças em nossas vidas. Cláudia esclarece que podemos nos colocar no lugar dos personagens e viajar em busca de respostas para as nossas perguntas pessoais e ter uma rica troca das sensações e impressões sobre o filme.

O filme é de 2010, indicado para maiores de 12 anos de idade, recomendado para psicólogos, estudantes e interessados em geral. Então, venha compartilhar, a partir do belíssimo filme “Comer Rezar Amar”, os inevitáveis questionamentos sobre as escolhas da vida.

As inscrições para participar das duas atividades podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h na secretaria do Espaço Viveka, que fica na Rua Professora Sebastiana Silva Minhoto, 375 – próxima ao metrô Carrão. Outras informações podem ser obtidas através do telefone: (11) 2295-7961.

Participe!